
Hora de escrever. Busco na memória cenas que chamaram minha atenção nos últimos dias. Uma delas vem em primeiro lugar. Num dia de descanso, sem trabalho, fora de casa e da cidade, o sol me convidou a ir ao encontro do mar.
Em dia de praia quase deserta o melhor é ficar perto de pessoas que estejam em família, tipo pai e mãe com criança. É mais seguro. Quem curte praia e natureza preza a brisa suave, o aroma típico de praia. Mas naquele dia estava diferente.
Enquanto eu caminhava e observava em derredor da praia em busca do lugar adequado pra me acomodar, o vento foi portador de um cheiro que não combina com o mar, o sol, a brisa agradável de uma orla marítima. Dois rapazes faziam uso de alucinógeno. Fumavam maconha na beira-mar.
Que alucinações poderiam ser melhores que a realidade da beleza do mar, do sol esplendoroso, da calmaria de uma praia com pouca gente? Seus corpos estavam ali, mas a cabeça deles devia estar longe. Entraram no mar, talvez com tubarões em seus pensamentos.
Após algum tempo sentada, fui caminhar e correr. Eles tinham ido embora quando voltei. A praia estava ainda mais vazia. O pai, a mãe e a criança continuavam no mesmo lugar. Não sei se viram o que ocorria há poucos metros donde estavam.
Não precisamos perder a razão com alucinógenos. Mas manter a mente sã pra transformar sonhos em realidade. Leonardo Boff, no livro Ética da Vida, diz que o coração humano, não possui apenas fome de pão, “mas principalmente fome de sentido, de acolhida, de espiritualidade e de Deus”. Fomes estas não saciadas com drogas.
Em dia de praia quase deserta o melhor é ficar perto de pessoas que estejam em família, tipo pai e mãe com criança. É mais seguro. Quem curte praia e natureza preza a brisa suave, o aroma típico de praia. Mas naquele dia estava diferente.
Enquanto eu caminhava e observava em derredor da praia em busca do lugar adequado pra me acomodar, o vento foi portador de um cheiro que não combina com o mar, o sol, a brisa agradável de uma orla marítima. Dois rapazes faziam uso de alucinógeno. Fumavam maconha na beira-mar.
Que alucinações poderiam ser melhores que a realidade da beleza do mar, do sol esplendoroso, da calmaria de uma praia com pouca gente? Seus corpos estavam ali, mas a cabeça deles devia estar longe. Entraram no mar, talvez com tubarões em seus pensamentos.
Após algum tempo sentada, fui caminhar e correr. Eles tinham ido embora quando voltei. A praia estava ainda mais vazia. O pai, a mãe e a criança continuavam no mesmo lugar. Não sei se viram o que ocorria há poucos metros donde estavam.
Não precisamos perder a razão com alucinógenos. Mas manter a mente sã pra transformar sonhos em realidade. Leonardo Boff, no livro Ética da Vida, diz que o coração humano, não possui apenas fome de pão, “mas principalmente fome de sentido, de acolhida, de espiritualidade e de Deus”. Fomes estas não saciadas com drogas.
Texto e foto de Fátima Nascimento - Jornal Monitor Campista, 11/04/2006
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