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22 junho 2016

Espiritualidade: uma luz a favor do adicto de drogas

ESTUDO E APLICAÇÃO

Vou elaborar, este ano, uma tese de conclusão de curso relacionando tratamento e prevenção da dependência química com espiritualidade. 

O desejo é que este conhecimento seja útil nesta sociedade, em que - a cada dia - há mais pessoas usuárias abusivas de drogas psicotrópicas.

15 junho 2016

Desafio: parecer com Jesus Cristo

O tríplice ministério de Jesus, em que ensinava, pregava e curava, deve ser inspirador aos que desejam seguir os passos do Mestre, sendo voz que gera paz aos aflitos e aos doentes do físico e da alma.
Afinal, a esperança é a âncora da alma (Hebreus 6.19) e a esperança que se adia adoece o coração (Prov. 13.12).

20 fevereiro 2015

Variáveis interpretativas d´uma única imagem à luz da teologia

Fátima Nascimento


A imagem ao lado (captada na Bahia, em 2012) fomenta diversas considerações sociológicas. A primeira delas é baseada no pensamento do sociólogo e teólogo Peter Berger, que observa o fato do homem estar em um mundo profano e ainda assim ver coisas sagradas nele e/ou ter pensamentos sacralizados.

            Berger questiona a permanência do sagrado em meio ao profano. Considerando-se tal ideia, vê-se na fotografia que alguém enxergou o sagrado no meio do caos social e escreveu “O Brasil tem jeito: Jesus Cristo a solução”.

            Diferente não foi a percepção da pessoa que captou a imagem. Apesar de viver em um mundo profano, o sagrado interiorizado nela fez com que disparasse o obturador da câmera e exteriorizasse o que via. Afinal, como acentua Berger, toda a realidade é montada a partir de uma visão de mundo sagrado.

            Outra abordagem é quanto ao ex nihilo. Está legitimado na mentalidade de muitos que a solução para tudo está na religião. Logo, quem escreveu o cartaz crê que o fim dos conflitos sociais está em Jesus, ou seja, no sagrado. Este, o sagrado, dá sentido à existência, gesta alegria, sendo, por conseguinte, numinoso – termo cunhado pelo teólogo e filósofo da religião Rudolf Otto.

            Pode-se dizer, ainda, que a imagem representa uma hierofania, i.e., a manifestação do sagrado na terra, no caso em questão por meio da mensagem transmitida no cartaz. Talvez fosse esta a ótica do historiador e filósofo Mircea Eliade, se visse tal cena.
            Destaca-se que a foto revela uma urbanização desordenada: rua mal pavimentada, calçada irregular; e, subjetivamente, os olhares nela parecem vazios de esperança. Em contrapartida, a fala do autor do cartaz é de alguém que acredita que o sagrado colocará ordem no cosmos (cosmogonia).

            Sigmund Freud possivelmente diria que religião é coisa de criança e faria chacota da foto e do que está escrito nela. O historiador Johan Huizinga, contudo, talvez dissesse ser um “jogo”, uma forma de chamar atenção para as mazelas sociais, sendo necessária a entrada em cena de um “salvador da pátria”, que poderia estar representado em candidatos de oposição ao atual governo.


            Enfim, são inúmeras as nuances filosóficas e sociológicas da imagem captada. 



* Análise sócio-teológica de imagem integrante do ensaio 
fotográfico "Marcas na Calçada", de Fátima Nascimento

07 novembro 2014

Os mestres da suspeita


Quem aprecia os pensamentos de Marx, Freud e Nietzche possivelmente irá gostar do livro cuja imagem de capa está ao lado.  Os que criticam também deverão gostar da leitura. Abaixo está um resumo que fiz do capítulo 7. O livro "Uma introdução à filosofia da religião" é de autoria de Alessandro Rocha.  Saiba o motivo deles terem sido chamados de "mestres da suspeita". 




CRÍTICA ATEÍSTA DA RELIGIÃO: OS MESTRES DA SUSPEITA
ROCHA, Alessandro. Uma introdução à filosofia da religião. São Paulo: Vida, 2010. pp.127-144.

            Sigmund Freud, Karl Marx e Friedrich Nietzsche são destacados no capítulo 7 do livro “Uma Introdução à Filosofia da Religião”, de Alessandro Rocha. Os três pensadores colocavam a religião e a consequência dela em cheque; desconfiavam da existência de Deus, bem como de quaisquer divindades. Daí serem chamados de “mestres da suspeita”.

            No capítulo Crítica ateísta da religião: os mestres da suspeita, discorre-se sobre as crenças dos referidos pensadores.  Marx, por exemplo, disse que a religião é o ópio do povo. Ele acreditava que ao criticar a religião, a população seria alertada acerca de um sistema manipulador, que deixava – em sua opinião – as pessoas acomodadas, resignadas, inertes. Marx defendia que a filosofia, ao criticar a religião, estava prestando um grande serviço à sociedade.

            Nietzsche teria sido ainda mais contestador, sendo dele a célebre sentença de que Deus está morto. Contudo, ele fala da morte de Deus “como condição para o surgimento do super-homem, ou seja, o ser humano em plena afirmação de sua vontade e potência” (Rocha, p.128).

             Outro pensador crítico da religião foi o psicanalista Sigmund Freud, para quem Deus é uma ilusão infantil. Ele não se preocupou em analisar a existência de Deus, mas, sim, fazer um estudo crítico sobre a razão da existência de fé e religião.

            Freud defendia que os religiosos viam em Deus uma figura paterna, como um pai que acolhe o filho no mundo injusto e cruel. Este paternalismo, afirmava, era prejudicial, vez que causava imaturidade para o enfrentamento de problemas. Por isso, Freud defendia que este pai deveria morrer no imaginário das pessoas.

            Um dos pontos ressaltados por Alessandro Rocha é a assertiva de que não se deve simplesmente repetir as teorias de pensadores que criticaram a religião, devendo ocorrer uma crítica da crítica religiosa daquela época. Sendo a filosofia a permanente busca de conhecimento, não há de se ter como finito ou definitivo um conceito.

17 setembro 2014

Em pauta: Fé e Religião


09 abril 2014

Teologia

Estou estudando o período intertestamentário, referente ao período de 400 anos entre o Antigo Testamento e o Novo Testamento. É impressionante perceber o agir de Deus na preparação para a chegada de Jesus.

Período Intertestamentário - vídeo - parte 2






entre papeis

r e s í d u o s há em todos. não se dissipa a dor (ressignifica-se).