Visão
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| Foto: Fátima Nascimento |
o olho que vê
espreita
o outro
somos vistos
nem sempre sentidos
humanos
desumanos
riso
pranto
choro
vida à deriva
ou não
leme na mão
(melhor)
somos como barcos
na imensidão das águas
ou ancorados no chão
(Fátima Nascimento)
4 comentários. Sua vez!:
Somos enquanto estamos ancorados na verdade.
Este poema não nos deixa à deriva. Nos faz pensar.
O olhar e suas nuances. Isso ficou belo, Fátima! Meu abraço. paz e bem.
Penso que se cerrassemos os olhos físicos, enchergariamos melhor com os olhos da alma.
Abraços. Kenny Rosa
(http://cronicandocomvoce.blogspot.com)
espetacular!!! =D
=*
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